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terça-feira, 18 de agosto de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
Praxe: Tribunal condena Piaget a pagar 38 mil euros

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Manifesto alternativo para a economia

Fonte:www.esquerda.net
Info- Participacção Junho/julho

quinta-feira, 25 de junho de 2009
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Bloco apresenta alterações ao Código do Trabalho

Acampamento de Jovens de 6 a 11 de Agosto

quinta-feira, 19 de junho de 2008
Deputada Ana Drago esteve na Guarda

Joaquim Brigas, Presidente do Conselho Directivo da Escola Superior de Educação criticou a política educativa do governo para o ensino superior, os cortes orçamentais, o aumento das propinas, o processo de Bolonha e a criação do recente exame de admissão à carreira docente.
Relacionando as potencialidades do ensino para o desenvolvimento do interior, Joaquim Brigas destacou o facto da sua escola ter proposto novos cursos adaptados às necessidades da região mas todos eles terem sido chumbados pelo ministério. A essa falta de adaptação e aos custos da interioridade não será alheia a diminuição em 800 alunos do número de alunos do IPG. O orador convidado pelo Bloco criticou ainda a diminuição do apoio social aos estudantes com o encerramento das cantinas e bares em períodos nocturnos e ao fim de semana e defendeu uma participação mais democrática na escola.
Ana Drago começou por elencar as políticas de destruição dos serviços públicos no interior, reavivando a proposta bloquista de uma carta dos serviços públicos que passou pela saúde, pela educação e que se seguirá com o mapa judiciário. A deputada do Bloco atacou detalhadamente a política (des)educativa da ministra e do governo, o projecto governamental de se criar uma escola superior de elite para uns e umas “escolas profissionais com mais uns pozinhos para outros” e referiu que o PS consegue, pela primeira vez, que haja alunos que não continuam os estudos porque não têm dinheiro. A carreira docente, a diminuição da democracia e o aumento do autoritarismo nas escolas, a importância dos e das auxiliares de acção educativa - também presentes no debate realçando a sua precariedade e salários de 500€ - a importância da escola enquanto lugar de socialização e não enquanto lugar “prisão”, o problema das actividades de imposição curricular em excesso de carga horária fazendo transportar toda a pressão do crescimento de crianças que não brincam para dentro da sala de aula foram outros temas desenvolvidos por Ana Drago.
O Bloco, da cidade mais alta do país, foi elogiado pelos presentes e saiu mais animado para continuar o combate.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Bloco/Guarda lança campanha "contra o interioricídio"

A campanha, que irá reunir com diversas entidades e associações, pretende levantar denúncias mas também apresentar propostas alternativas às políticas do interiocídio protagonizadas neste regime pelas elites económicas e pelo governo.
Neste Inverno o Bloco já tinha lançado o cartaz “Sócrates traiu o interior”.
A campanha abriu com a deslocação a Gouveia do deputado bloquista José Soeiro, que reuniu com a direcção do Sindicato Têxtil da Beira Alta sobre a grave crise que afecta o sector na região, com o espectro dos despedimentos a afectar seriamente a vida de muitos trabalhadores.
Já na Guarda, o deputado reuniu com a direcção da Associação Académica do Instituto Politécnico onde foram debatidos os problemas que os estudantes do ensino superior sofrem ao nível da acção social, nomeadamente o encerramento das cantinas ao fim de semana, as propinas e a qualidade do ensino, as perspectivas de emprego para os jovens licenciados e a situação das escolas superiores face ao novo regime jurídico dos politécnicos.
A campanha abriu com a deslocação a Gouveia do deputado bloquista José Soeiro, que reuniu com a direcção do Sindicato Têxtil da Beira Alta sobre a grave crise que afecta o sector na região, com o espectro dos despedimentos a afectar seriamente a vida de muitos trabalhadores.
Já na Guarda, o deputado reuniu com a direcção da Associação Académica do Instituto Politécnico onde foram debatidos os problemas que os estudantes do ensino superior sofrem ao nível da acção social, nomeadamente o encerramento das cantinas ao fim de semana, as propinas e a qualidade do ensino, as perspectivas de emprego para os jovens licenciados e a situação das escolas superiores face ao novo regime jurídico dos politécnicos.
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Reportagem da vinda de Louçã à Guarda
Artigo publicado na edição: 425 - 14 de Fevereiro de 2008/ Jornal o Interior
Francisco Louçã pede fim da «violência» das taxas moderadoras
Líder do Bloco de Esquerda visitou Sousa Martins no âmbito de uma acção em defesa do Serviço Nacional de SaúdeLouçã defende hospital de raiz na Guarda
Francisco Louçã pede fim da «violência» das taxas moderadoras
O dirigente nacional do Bloco de Esquerda (BE) Francisco Louçã, defendeu, na última terça-feira, a urgente requalificação e ampliação do Hospital Sousa Martins, após uma visita às instalações. «O hospital da Guarda é um caso que tem sido discutido há muito tempo. Obviamente, tendo 100 anos e sendo um Sanatório a origem desta unidade, é absolutamente imperioso que haja uma construção de raiz de uma nova unidade», sustentou. Para Francisco Louça, «é necessário um novo hospital que aproveite o que se pode aproveitar das antigas instalações». Nesse sentido, o líder do BE ficou a saber os pormenores do projecto de remodelação e ampliação previsto. Fernando Girão, presidente do Conselho de Administração, que o investimento previsto é de 55 milhões de euros e criará uma unidade com 22 mil metros quadrados. O médico adiantou que o projecto de arquitectura deverá estar pronto ainda este ano para que o concurso público internacional possa ser lançado no início de 2009. «Há dinheiro no QREN, há dinheiro do capital social e estão reunidas todas as condições para que o hospital seja uma realidade», afirmou. A visita de Francisco Louçã inseriu-se numa acção em defesa do Serviço Nacional de Saúde que o BE está a realizar a nível nacional. O também deputado defendeu um Serviço Nacional de Saúde (SNS) «sem a doença do economicismo mesquinho» que diz caracterizar a política do actual Governo. «Tem ido por maus caminhos e criado até patologias e doenças no SNS», afirmou, apontando exemplo o encerramento de serviços e a aplicação de taxas moderadoras. «É preciso acabar com esta visão de que a saúde é um negócio, que a saúde tem que fazer lucro», acrescentou. Nesse sentido, Louçã considerou «indispensável» ter uma nova visão do serviço de saúde, que deve deixar de ser «um sistema hostil e violento para as pessoas e passar a ser um sistema amigável das pessoas». Para tal, reclamou o fim das taxas moderadoras. Em relação ao fecho de serviços, nomeadamente os serviços de atendimento permanente (SAP´s) nocturnos, disse que o BE não aceita "o fecho ao desvario", nomeadamente no interior do país. «É aqui que está a maior penalização das populações», observou, admitindo que «há uma perseguição ao interior com uma visão economicista e mesquinha que leva o serviço de saúde a desequilibrar-se e a desorganizar-se».
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